Sugestão de hoje!!!

Sugestão de hoje!!!
Livro que trata do menor abandonado e de sua luta pela sobrevivência.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Correção Comentada da prova de português de concurso para a admissão ao curso de formação de soldados da polícia militar de Minas Gerais

Boa tarde!!! Desapareci por algum tempo, mas estou de volta. E hoje vou postar a

Correção da prova de concurso para a admissão ao curso de formação de soldados da polícia militar de Minas Gerais para o ano de 2016.

LÍNGUA PORTUGUESA
“Minha empregada é muito abusada”
Rosana Pinheiro Machado
Esta coluna começou no churrasco de domingo, quando, na fila do supermercado, uma mulher disse: "Minha empregada está muito abusada". Sua interlocutora respondeu: "Nem me fale, a minha também". Ao longo do almoço, eu e meus amigos tentávamos explicar o que significava a palavra “abusada” para um estrangeiro. Como fazê-lo entender que, independentemente da eficiência, a maioria das empregadas brasileiras seria, em algum momento, considerada “abusada”?
A dificuldade era dimensionar a extensão do conceito. Começamos pela obviedade do significado da palavra “abuso”, que remete a algo de superlativo. Abusar é usar alguma coisa além do limite socialmente esperado. Por exemplo, quando a empregada é abusada por não subir no elevador de serviço, mas no social.
Prossegui, explicando que se a empregada come muito, se toma muito refrigerante da geladeira ou come as bolachas de chocolate, ela é abusada. Se ela pede uma roupa emprestada, é abusada. Se ela senta à mesa com a família, é abusada.
De todos esses exemplos, ele concluiu que abusada é aquela que quer mais do que lhe foi dado, que cobiça as coisas da patroa. A conversa ficou mais complexa porque tivemos de responder que “não”, que o oposto também era verdadeiro: uma empregada que quer “de menos” também é abusada. Seguimos explicando que, se a patroa oferece uma roupa velha, furada e fedida e empregada “tem a au-dá-cia” de não aceitar, ela é abusada.
Ele concluiu, então, que uma boa empregada seria, então, aquela que assume “o seu lugar”: não pede muito, mas aceita de bom grado o que lhe é dado. Colocando o pé para fora dessa faixa muito estreita de atuação, ela é abusada. (...)
A negação de presentes indignos por parte das empregadas traz à tona diversas camadas complexas de significados. A forma desajeitada como as patroas reagem escancara a profunda patologia social de uma classe média presa ao século XVII – provavelmente, em uma época em que ela se imagina numa casa-grande, cheia de porcelana inglesa e de escravos à volta, preferencialmente com uma negra para cozinhar. Ou melhor, ela se imagina em uma novela da Rede Globo do século XXI, onde a mulher negra ainda é explorada 24 horas por dia a serviço de suas patroas ricas.
Essas patroas esperam empregadas sem agência, sem protagonismo, sem voz, sem vontade e sem opinião. (...). Elas esperam seres eternamente gratos por receberem restos. Nessa lógica em que, já diria Marcel Mauss, dar é poder, uma empregada que pede mais dinheiro para lavar a privada suja ou exige seus direitos garantidos na Constituição, só pode ser abusada. (...)
Por tudo isso, eu penso que não aceitar qualquer presente é um marco muito importante na passagem de uma relação servil para a profissional (...). A negação revela a emergência de uma subjetividade repleta de vontades que se impõem na esfera do trabalho. É da negação que surge uma nova era no Brasil, pois ela quebra o círculo da dádiva e rompe com o poder do doador, estabelecendo uma condição de igualdade baseada na troca de serviços – e não de favores.
As transformações recentes da sociedade brasileira indicam um leve rompimento (...) de uma relação tão pessoal quanto doentia entre patroas e empregadas. Indica o fim do ser humano como posse de outro ser humano. E isso, é claro, causa desespero, lamentação, recalque e conflitos.
Ainda tem muito a ser feito e conquistado. Muito mesmo. Espero que chegue o dia em que eu não precise explicar o sentido da palavra "abusada". Neste dia, perder-se-á também alguma flexibilidade do modelo de empregadas dentro de casa. Será preciso se acostumar a ouvir “não, obrigada” e aprender a curtir genuinamente as fotos postadas daquela viagem. Neste dia, o serviço da limpeza será mais custoso, mas não há saída: esse é o preço de nosso desenvolvimento e de nossa liberdade enquanto nação.
Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/201cminha-empregada-e-muito-abusada201d-7617.html - Acessado em 14/05/2014 - Texto adaptado.

LÍNGUA PORTUGUESA - INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
28ª QUESTÃO - “A dificuldade era dimensionar a extensão do conceito. Começamos pela obviedade do significado da palavra „abuso‟, que remete a algo de superlativo”. De acordo com o trecho, marque a alternativa que corresponde à palavra superlativo.
A. ( ) Grande.
B. ( ) Extremo.
C. ( ) Hiperbólico.
D. ( ) Maior.
29ª QUESTÃO - “Espero que chegue o dia em que eu não precise explicar o sentido da palavra „abusada‟. Neste dia, perder-se-á também alguma flexibilidade do modelo de empregadas dentro de casa. Será preciso se acostumar a ouvir „não, obrigada‟ e aprender a curtir genuinamente as fotos postadas daquela viagem. Neste dia, o serviço da limpeza será mais custoso (...)”. De acordo com o trecho, podemos afirmar que:
A. ( ) O serviço de limpeza será devidamente valorizado.
B. ( ) A tendência é que o serviço de limpeza seja menos custoso.
C. ( ) Haverá maior flexibilidade do modelo de atuação das empregadas.
D. ( ) As empregadas não mais serão chamadas de abusadas.

30ª QUESTÃO - Após a leitura do texto, marque a alternativa CORRETA.
A. ( ) A recusa dos presentes indignos pelas empregadas leva as patroas a refletir.
B. ( ) As patroas esperam empregadas protagonistas.
C. ( ) A empregada abusada cobiça as coisas da patroa.
D. ( ) As patroas querem que as empregadas sejam gratas.

31ª QUESTÃO - “Esta coluna começou no churrasco de domingo, quando, na fila do supermercado, uma mulher disse: „Minha empregada está muito abusada‟. Sua interlocutora respondeu: „Nem me fale, a minha também‟. Ao longo do almoço, eu e meus amigos tentávamos explicar o que significava a palavra „abusada‟ para um estrangeiro”. Marque a alternativa que corresponde ao recurso linguístico utilizado pela autora no trecho em destaque.
A. ( ) Discurso direto.
B. ( ) Discurso indireto livre.
C. ( ) Discurso direto composto.
D. ( ) Discurso indireto.

32ª QUESTÃO - “A negação revela a emergência de uma subjetividade repleta de vontades que se impõem na esfera do trabalho”. De acordo com o trecho, é CORRETO afirmar que:
A. ( ) A negação e a subjetividade devem sempre se impor às relações trabalhistas.
B. ( ) A negação é prejudicial às relações trabalhistas.
C. ( ) A subjetividade é prejudicial às relações trabalhistas.
D. ( ) A subjetividade e a vontade são essenciais nas relações trabalhistas.

33ª QUESTÃO - Leia o trecho a seguir e marque a alternativa CORRETA: “Nessa lógica em que, já diria Marcel Mauss, dar é poder (...)".
A. ( ) O poder está na negação da empregada em receber doações.
B. ( ) O poder está na dádiva da doação.
C. ( ) A doação gera um distanciamento do poder.
D. ( ) O poder está na gratidão em receber restos.

LÍNGUA PORTUGUESA - GRAMÁTICA
34ª QUESTÃO - Quanto ao emprego da vírgula, marque a alternativa CORRETA.
A. ( ) A maior riqueza do país, eram os poços de petróleo.
B. ( ) E quando lhe pediram a opinião, disse que o assunto, não era com ele.
C. ( ) O empregado faz o serviço, e o patrão ganha o reconhecimento.
D. ( ) Quando nervoso não fale, nem grite, apenas busque manter a calma.

35ª QUESTÃO - Assinale a alternativa CORRETA quanto ao uso da crase:
A. ( ) A palestra será proferida a homem ou à mulher?
B. ( ) Chegavam à casa quando chovia torrencialmente.
C. ( ) A prova foi escrita à lápis.
D. ( ) A mulher fica elegante com calçados à Luís XV.

36ª QUESTÃO - Quanto ao emprego dos verbos, marque a alternativa em que HÁ verbo abundante.
A. ( ) A pipa ficou presa à rede elétrica.
B. ( ) Maria feriu-se ao sair apressada do trabalho.
C. ( ) O paciente debateu-se com o barulho da sirene.
D. ( ) Na festa a que fui, só havia meninas.

37ª QUESTÃO - Na frase "Prefiro o doce a salgado, da mesma forma que prefiro mais o amanhecer ao entardecer”, é CORRETO dizer, quanto à regência verbal, que o verbo PREFERIR é:
A. ( ) Somente intransitivo.
B. ( ) Transitivo direto e indireto.
C. ( ) Transitivo direto e intransitivo.
D. ( ) Somente transitivo.

38ª QUESTÃO - Marque a alternativa em que NÃO ocorre o infinitivo pessoal flexionado:
A. ( ) É preciso aprendermos a nos esquecer de nós mesmos.
B. ( ) Ficamos os dois a olhar o mar.
C. ( ) Ele caminhará para que ela o acompanhe.
D. ( ) Passaram no vestibular para o mesmo curso.

39ª QUESTÃO - Marque a alternativa em que há uma oração reduzida de particípio.
A. ( ) Pense bem, antes de responder.
B. ( ) Nada o impede de ir.
C. ( ) Quando chegar aqui, me ajude.
D. ( ) Este é o gabarito divulgado pelo professor.

40ª QUESTÃO - Quanto à Concordância Verbal, marque a alternativa CORRETA.
A. ( ) Ninguém ouviu a gritaria da menina, a não serem os vizinhos.
B. ( ) Quanto menas palavras você disser, menor a chance de errar.
C. ( ) Havia dois anos que eu me preparava para este concurso.
D. ( ) Haja visto os livros escolhidos hoje, adiaremos os testes.

Correção Comentada
28. letra B.
Extremo e Superlativo possuem o mesmo significado = grau máximo

29. letra D, 
letra A, está errada, pois pede o que se pode afirmar com relação ao trecho como um todo e não só no último período.
A letra B está totalmente contrária ao enunciado
A letra C afirma que a flexibilidade estará no modelo de atuação das empregadas como se elas fossem fazer serviços diferentes daqueles que hoje elas fazem. Fato que não se afirma no texto, uma vez que o enunciado deixa expresso que a flexibilidade estará no modelo de empregada, menos submissa e mais independente.


30. letra D
A letra A. As patroas não refletem, mas sim reclamam e criticam as empregadas, chamando-as de abusadas.
A letra B. As patroas não esperam empregadas protagonistas (importantes, centro das atenções devido à falta de trabalhadores qualificados), ao contrário, querem funcionárias dependentes e submissas.
A letra C. Está expresso no texto no quarto parágrafo exatamente o oposto dessa assertiva.

31. letra A. Pois o trecho em destaque é a fala fiel de uma conversa dentro do texto.

32. letra D. Pois o trecho revela que a subjetividade e a vontade precisam estar presentes nas relações trabalhistas.
A letra A tem a palavra “sempre” que abrange muito a alternativa deixando-a errada.

33. letra B. Isso se explica pela expressão “dar é poder”.

34. letra C, pois a conjunção “e” não tem valor aditivo, mas sim adversativo o que permite o uso da vírgula antes dela.
A letra A está errada pois a vírgula separa o sujeito de seu predicado.
A letra B está errada pois a vírgula separa o complemento do verbo “disse” no meio.
A letra D deveria haver vírgula depois de nervoso, pois é adjunto adverbial antecipado; não poderia haver essa vírgula antes de nem pois nesse caso é uma conjunção que exprime adição.

35. Letra D Pois subentende-se a expressão à moda de Luís XV
A letra A. A expressão “a mulher” possui o mesmo sentido que “para mulher” não cabendo o artigo só a preposição.
A letra B. Casa determinada crase liberada. Não afirmou de quem é a casa, portanto não há crase.
A letra C. Lápis é masculino, não pode haver crase antes dessa palavra.

36. letra A, pois aceita como particípio a forma presa ou prendida.
Verbos abundantes são aqueles que apresentam mais de uma forma para determinada flexão. Essas formas, geralmente, ocorrem no particípio, em que, além das formas regulares (em –ado ou –ido), apresentam as formas irregulares, também conhecidas por breves ou curtas.

37. letra B, pois quem prefere, prefere isso (objeto direto)  a aquilo (objeto indireto)

38. letra B. É a única alternativa que possui infinitivo não-flexionado (olhar)
Quando se diz que um verbo está no infinitivo pessoal, isso significa que ele atribui um agente ao processo verbal, flexionando-se.

39. letra D. É a única alternativa que possui verbo no particípio.

40. letra C
letra A: … a não ser o vizinhos
letra B: Quanto menos… (a expressão menos é invariável, não muda)
letra D: Haja vista é uma expressão invariável.


terça-feira, 21 de maio de 2013

Feliz 2013 sem dente


Desejo um 2013 sem dente para você!
A foto é do meu filho de cinco anos. Sou apaixonado por ele. Essa "ripa faltando na cerca" não me parece feia. Ao contrário, quase todo mundo acha "bonitinho". Se fosse em uma pessoa pobre, ou idosa, ou doente, seria diferente, mas não é o caso aqui. Todo mundo - ou quase todo mundo ‒ acha lindo. E não é?
Ninguém vê um problema estético nessa situação. Todos sabem que o fenômeno é parte do processo de crescimento, da maturação do bebê em menino, em seguida, do menino em adolescente, e, depois, em homem feito.
O conhecimento prévio de que tudo é parte de um processo torna o que seria plasticamente inadequado um motivo de comemoração. "Caiu o primeiro dente do Lucas!", foi bradado pela mãe com mais entusiasmo do que se ganhássemos umas três Copas de uma só vez. Eu sorri um sorriso largo, alegre e o parabenizei como a um homem que vence uma etapa, que conclui um ciclo.
Eu já tinha vivido isso com a menina, hoje com 10 anos e já escritora. Ao contrário de mim, a falta do dente não a constrangia em nada. Ela sabia: estava crescendo. Aquele buraquinho na sequência branca era um troféu invertido: o troféu existia onde havia o nada. O nada que é o vácuo no qual o futuro vai se preencher naturalmente. Amadurecimento é isso.
Daí, eu me recordo dos concurseiros (e de outros tipos de sonhadores e construtores de novas realidades). Quantos andam se acabrunhando pelos dentes faltando? Você, por acaso? Essa é uma fase dura, é fato. Faltam coisas, nos sentimos desempregados, vazios, em dívida conosco e com outras pessoas. Feios. Tão feios quanto uma sequência de dentes onde falta unzinho, eu diria. E foi vendo o dente faltando em um sorriso largo, no banho de piscina de agora há pouco, que eu vi milhares de colegas esteticamente feios, mas portando uma estética linda ao mesmo tempo: a estética do amadurecimento.
A piscina hoje, e o tempo para tomar banho com o menino, são resultado dos dentes que me faltaram no passado, tomado entre livros e incertezas, angústias e apostilas. Como eu me sentia feio, e sem dente, e devendo algo. Apenas o amadurecimento nos concursos, a duras penas, e como pai e cristão, com deveres de brincar mais do que de escrever, me permitiram estar ali, vendo aquele buraco no sorriso franco, ingênuo, confiante, feliz.
Por isso, escrevo para você. Se está com um dente faltando, se está se sentindo assim porque está estudando, ralando, porque está demorando a passar, porque experimentou reprovações logo quando achava que tinha que ser agora ou "eu não aguento mais", então, colega, seja bem-vindo! A estética aparentemente feia do seu momento é a estética do futuro, do crescimento pessoal e, por isso mesmo, deve ser tão comemorada e compreendida quanto a estética da boca dos meninos e meninas em fase de crescimento. Com disciplina e garra, mas também com uma dose de ingenuidade, com confiança, orgulho e alegria. Apenas quem tem planos arranca seus dentes com a mesma força com que a vida tira os de "leite" para virem os "definitivos".
Eu me pergunto se você consegue ver a beleza dos dentes faltando. E posso dizer que ainda me faltam alguns. Eu ainda sou feio. Bonito eu serei outro dia, depois de amanhã, talvez. E me pergunto se você tem tido coragem de extrair o dente velho para no lugar vir o novo. Abrir mão daquilo que já não cabe na sua idade, na sua rota, na sua mesa, na sua história.
Enfim, espero que você aprenda a colocar a linha de carretel que a nossa mãe nos punha, a dar aquele nó que ela dava e a puxar o dente enquanto nos assustávamos com o novo. Sangra um pouco, e a língua fica desesperada a palmilhar o espaço em claro e a se acostumar com o novo design da boca. Um design que seria feio se não fosse tão simbólico, tão necessário.
Não sei como está seu começo de ano, mas eu realmente espero que esteja faltando pelo menos um dente, algo que você irá preencher com o futuro. Desejo um 2013 sem dente para você.

William Douglas


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Questões de concurso

01. (ESAF – Adaptada) Marque a opção que preencher corretamente as lacunas. “Completamente excluídos das engrenagens de desenvolvimento da sociedade, os miseráveis são reduzidos a uma condição subumana. Seu único horizonte passa a ser ___ luta feroz pela sobrevivência. No lixão do Valparaíso, ___ poucos quilômetros de Brasília, ___ gente disputando os restos com animais.”
a) a, há, há.
b) à, há, a
c) a, a, há.
d) a, à, há.
e) à, há, à.

02. (FGV) Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de “onde” e “aonde”.
a) Aonde você esteve?
b) Aonde você vai?
c) Onde você foi?
d) Onde nós vamos?

03. (Vunesp) Assinale a alternativa correta quanto ao emprego das palavras mal/mau.
a) A Petrobras aproveitará muito mau o gás de suas jazidas.
b) O mal combustível não será congelado.
c) A Amazônia continua sendo mau explorada.
d) Não há mau que dure para sempre.
e) A extração de petróleo é um mau negócio.

04. (CREF-SP) “__________ pouco, houve um _________ estar entre os jogadores, pois eles não sabiam ________ estava a falha no esquema montado pelo técnico.”  As palavras que preencham corretamente as lacunas acima são, respectivamente:
a) Há, mau e onde.
b) A, mau e aonde.
c) Há, mau e aonde.
d) A, mal e onde.
e) Há, mal e onde.

05. (FGV) Assinale a alternativa errada quanto ao emprego de “acerca de”, “há cerca de” e “a cerca de”.
a) Ficou há cerca de dez passos da esquina.
b) Fez uma exposição acerca do impasse.
c) Viajou há cerca de uma semana.
d) Dirigiu-se a cerca de cem pessoas.

06. (ESAF) Indique a opção que completa, com correção gramatical e com coerência, as lacunas do texto abaixo.
“O Estado cresceu em termos de pessoal e, principalmente, em termos de receita e despesas. Em muitos países, os setores públicos, excluídos os trabalhadores das empresas estatais, correspondem ____ 10 a 20 por cento da força de trabalho, ____ no início do século XX essa proporção estava próxima de 5 por cento. As despesas do Estado, por sua vez, ____ nesse período: nos últimos trinta anos ____, variando entre 30 e 50 por cento do PIB. Naturalmente, esse processo de crescimento ocorria ao mesmo tempo em que ____ as funções do Estado, principalmente na área social.
a) a cerca de / enquanto / multiplicaram-se / dobraram / se ampliaram.
b) acerca de / quando / multiplicar / dobraram-se / ampliava-se.
c) cerca de / quanto / multiplicaram / dobravam-se / se ampliava.
d) em cerca de / em quanto / se multiplicava / dobrou / ampliaram.
e) de cerca de / por quanto / multiplicavam / dobravam-se / ampliava.

07. (Vunesp) Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases.
I. Fomos assistir a duas ______ de cinema.
II. Ele foi ____ no exame.
III. Os policiais tinham um ___ para entrar na casa.
IV. O juiz não podia ____ uma bela carreira ao advogado.

a) sessões / mal / mandado / prenunciar.
b) seções / mau / mandado / prenunciar.
c) cessões / mau / mandato / pronunciar.
d) secções / mal / mandato / prenunciar.
e) seções / mau / mandado / pronunciar.

08. (ESAF) No processo da mediação, o trabalho do mediador será importantíssimo, exercido por advogados assistidos e, ____1___ necessário, por profissionais multidisciplinares. Ele terá função diferenciada do magistrado, ___2___ não julgará, ___3___ propiciará ___4___ partes a análise de diferenciados pontos de vista, estimulando a discussão, apontando fatos importantes e facilitando o entendimento. Em nenhum momento estimulará a contenda, ___5___ o entendimento, e não tomará partido. (Carlos Miguel Ainda, Mediação. In: Direito e Justiça, Correio Braziliense, 16/07/01)

Assinale a opção que indica o preenchimento incorreto da lacuna correspondente.
a) 1 – quando
b) 2 – por que
c) 3 – mas
d) 4 – às
e) 5 – mas

Leio o texto abaixo para responder à questão a seguir.
“... Segundo também leio, ele conta com a assistência de um advogado, mas, ao que parece, não tem direito à fiança e não pode explicar suas ações e, certamente, teve pedido de habeas corpus indeferido – porque ninguém fala cachorrês com a necessária fluência para um evento dessa magnitude. Tampouco sei se a prisão é arbitrária, apesar de ser verdade, segundo testemunhas, que ele mordeu alguém, que deu queixa em juízo...”

9. (Cesgranrio/2007) Em “Tampouco sei se a prisão é arbitrária”, a parte em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
a) Também não sei se...
b) Apenas sei que...
c) Mal sei que...
d) Sei tão pouco que...
e) Sei tanto que...

10. (UFRJ/2005 - adaptada) “Por que nesses casos pode, mas no caso de um feto sem cérebro não?...” “Por que”, nesse caso, é grafado em dois vocábulos porque é um interrogativo. O item abaixo em que a palavra sublinhada deveria ser grafada em um só vocábulo é:
a) De repente, os católicos passaram a pressionar o STF.
b) Os ministros do STF decidiram a cerca do aborto.
c) A decisão foi apertada, por isso é passível de mudança.
d) Nada de mais grave ocorreu após a decisão do STF.
e) Se não ocorrerem mudanças, o aborto será proibido.

11. (FGV-RJ) Em antimaterialista, utilizou-se corretamente a regra do emprego do hífen com o prefixo anti-. Assinale a alternativa em que isso não tenha ocorrido.
a) anti-higiênico
b) antiaéreo
c) antirrábico
d) antissemita
e) antiinflamatório

12. (FGV – adaptada) Em não efetivação, aplicou-se corretamente a regra do hífen. Das palavras abaixo, somente uma está correta. Assinale-a.
a) sócio-ambiental
b) tele-reportagem
c) macro-encefalia
d) trans-humano
e) sub-reptício

13. (FGV – adaptada) No termo interregionais, utilizou-se corretamente a regra do hífen diante de palavras que se iniciam com a letra r. Assinale a(s) alternativa(s) em que isso não tenha ocorrido.
I. micro-região
II. sub-região
III. super-regional
IV. intra-regional
V. pseudo-região

a) I, IV e V
b) I, II e III
c) II, III, IV e V
d) III, IV e V

14. (FGV) No vocábulo pré-escola o prefixo pré mantém-se separado por hífen. Assinale a alternativa cuja palavra, contendo esse mesmo prefixo, não tenha sido grafada na forma preferida atualmente.
a) preestabelecer
b) predeterminar
c) pré-estreia
d) pré-existência
e) pré-matrícula

15. (Cesgranrio – adaptada) Assinale a opção em que a palavra é grafada com hífen do mesmo modo que bem-feito.
a) inter-regional
b) sócio-econômico
c) semi-circúlo
d) pan-continental
e) auto-controle

16. (FGV) Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido acentuada seguindo regra distinta das demais.
a) Amazônia
b) planetária
c) resistência
d) níveis
e) países

17. (FGV) Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido acentuada seguindo regra distinta das demais.
a) consciência
b) juízos
c) pretório
d) episódios
e) importância

18. Indique a única alternativa em que nenhuma palavra deve ser acentuada graficamente.
a) lapis, canoa, abacaxi, jovens
b) ruim, sozinho, aquele, traiu
c) saudade, onix, grau, orquidea
d) voo, legua, assim, tenis

19. (CESP/2011) São acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica os vocábulos
a) também e coincidência
b) quilômetro e tivéssemos
c) jogá-la e incrível
d) Escócia e nós
e) correspondência e três








GABARITO:
1.C, 2.B, 3.E, 4.E, 5.A, 6.A, 7.A, 8.B, 9.A, 10.B, 11.E, 12.E, 13.A, 14.D, 15.A, 16.E, 17.B, 18.B, 19.B.

Fonética

Fonética estuda os sons da fala (fonemas).
Fonemas são as menores unidades sonoras da fala.
                Na língua escrita, os fonemas são representados pelas letras. O conjunto das letras denomina-se alfabeto (chamado também de abecedário ou abecê).
                É importante não confundir letra com fonema. Fonema é som, letra é o sinal gráfico que representa este som. Para falar, usamos fonemas; para escrever, usamos letras.
                O ideal seria que cada fonema correspondesse a uma única letra, e vice-versa, mas infelizmente isso não acontece. Nosso sistema ortográfico não é rigorosamente fonético, estando ainda preso à origem das palavras. Assim, podemos observar que:
→ A mesma letra pode representar fonemas diferentes: eXame, Xale, próXimo, seXo.
→ O mesmo fonema pode ser figurado por letras diferentes: caSa, coZinha, eXílio, tiGela, laJe.
→ Um fonema pode ser representado por um grupo de duas letras (dígrafos): maCHado, muLHer, uNHa, miSSa, caRRo.
→ A letra X pode representar, simultaneamente, dois fonemas diferentes: táxi (tácsi), fixo (ficso), tórax (tóracs).
→ Há letras que, Às vezes, não representam fonemas; funcionam como notações léxicas: caMpo (cãpo), reNda (rẽda), regUe (u insonoro, para não se proferir reJe).
→ Usam-se letras simplesmente decorativas : não representam nenhum fonema, nem funcionam como notações léxicas: Hotel (otel), diScípulo (dicípulo), eXceção (eceção), qUina (qina).
→ Há fonemas que, em certos casos, não se representam graficamente: beM (bẽi), bateM (batẽi), falaM (fálãu).

Classificação dos fonemas
                Os fonemas são classificados em vogais, semivogais e consoantes.
Vogal é o elemento básico, suficiente e indispensável para a formação da sílaba. São fonemas que, passando pela boca entreaberta, chegam livremente ao exterior sem fazer ruído: a, é, ê, i, ó, ô, u.
Semivogal são os fonemas /i/ e /u/ átonos que se unem a uma vogal, formando com esta uma só sílaba: vai, andei, ouro, água.
                As consoantes e as semivogais são fonemas dependentes: só podem formar sílaba com o auxílio das vogais.

Encontros vocálicos
                São três: ditongo, tritongo e hiato.
Ditongo é a união de vogal +semivogal ou semivogal + vogal, na mesma sílaba: pai, rei, sou, pão, fui, herói, sério, quando.
Dividem-se os ditongos em:
→ orais: pouco, jeito, fui, pai.
→ nasais: mãe, pão, muito (mữito), bem (bẽi).
→ decrescentes (vogal + semivogal): pauta, meu, riu, dói.
→ crescentes (semivogal + vogal): gênio, pátria, série, tênue.
Tritongo é a união de semivogal + vogal + semivogal, formando uma só sílaba.
O tritongo pode ser:
→ oral: iguais, averiguei, averiguou, Uruguai.
→ nasal: quão, saguão, mínguam (mínguão), deságuam (deságuão).

Observação: Em palavras como uruguaiano, uruguaiana, sequoia..., temos o conjunto vocálico tritongo + ditongo: u-ru-guai-ia-no, u-ru-guai-ia-na, se-quoi-ia.

Hiato é o conjunto de duas vogais pronunciadas em dois impulsos distintos, formando sílabas diferentes: Saara (Sa-a-ra), aorta (a-or-ta), faísca (fa-ís-ca), poeira (po-ei-ra), meeiro (me-ei-ro), creem (cre-em), friíssimo (fri-ís-si-mo), juízo (ju-í-zo).

Observação: Em palavras como veia, gaiola, maiúscula, pode-se ver hiato (vei-a, gai-o-la, mai-ús-cu-la) ou, mais acertadamente, dois ditongos (vei-ia, gai-io-la, mai-iús-cu-la).

Encontro consonantal é a sequência de dois ou mais fonemas consonânticos numa palavra. Podendo ocorrer na mesma sílaba ou em sílabas diferentes: cli-ma, flo-res, bra-do, le-tra, pseu-dô-ni-mo, psi-co-se, ad-vem-to, ob-tu-so, naf-ta-li-na, sub-lo-car, sub-lin-gual, in-cóg-ni-ta, obs-tá-cu-lo.

Observação: Em palavras como samba, renda, lindo e campo, não há encontro consonantal porque M e N, em fim de sílaba, não representam fonemas, são letras nasalizadoras, têm a função do til: sãba, rẽda, lĩdo, cãpo.

Dígrafo é um grupo de duas letras representando um só fonema. Na palavra chave, por exemplo, que se pronuncia /xáve/, ocorre o dígrafo no CH.
                Os dígrafos podem representar consoantes:
CH: chapéu, cheiro.
LH: pilha, galho.
NH: banho, ganhar.
RR: barro, erro.
SS: asseio, passo.
GU (antes de e ou i): guerra, seguinte.
QU (antes de e ou i): leque, aquilo.
SC (antes de e ou i): descer, piscina.
SÇ (antes de a ou o): desça, cresço.
XC (antes de e ou i): exceção, excitar.
                Ou vogais:
AM: tampa (tãpa).
EM: tempo (tẽpu).
IM: limpo (lĩpu).
OM: ombro (õbru).
UM: jejum (jejữ).
AN: santa (sãta).
EN: venda (vẽda).
IN: linda (lĩda).
ON: sonda (sõda).
UN: mundo (mữdu)

                No fim das palavras como falam (fálãu), batem (batẽi), alguém (alguéĩ), AM e Em não são dígrafos, porque representam um ditongo nasal, portanto dois fonemas.

Notações léxicas são certos sinais gráficos que se juntam às letras, geralmente para lhes dar valor fonético especial e permitir a correta pronúncia das palavras. São os seguintes:
Acento gráfico, que pode ser agudo (´), grave (`) e circunflexo (^). Atualmente, o acento grave é usado na língua portuguesa apenas para indicar a crase. Exemplos:
Café, à custa de, você, paralelepípedo, ágape, balaústre...
Til (~), que indica nasalidade. Exemplos:
Irmã, bênção, ímã, limão, canhão, campeão, coração...
Trema (¨), que de acordo com as normas ortográficas vigentes, deixou de ser usado na língua portuguesa, aparecendo apenas em estrangeirismos ou em palavras deles derivadas. Exemplos:
Müller, mülleriano, Döhler...
Apóstrofo (‘), que serve para mostrar a falta de um fonema. Exemplos:
Vinha-d’alho, mãe-d’água...
→Cedilha (ç), que é colocado sob o “c” para que ele tenha valor de “ss”. Exemplos:
Açúcar, miçanga, bagaço, saudação...
Hífen (-), é usado para ligar elementos de palavras compostas, pronomes átonos a verbos e para a separação silábica.
Couve-flor, levá-la-ei, má-qui-na...
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Questões
TEXTO I
O Mato
                Veio o vento frio, e depois o temporal noturno, e depois a lenta chuva que passou toda a manhã caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a cidade entardeceu em brumas. Então o homem esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando lentamente por aquele morro coberto de um mato viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato escurecia sem vaga-lume nem grilos.
                Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena, sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as gotas de água como se fosse uma bênção. Ali perto mesmo a cidade murmurava, estava com seus ruídos vespertinos, ranger de bondes, buzinar impaciente de carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia, silenciava, batia outra vez, interminável, paciente, melancólico. Alguém, com certeza já sem esperança, insistia em querer falar com alguém.
                Por um instante o homem voltou seu pensamento para a cidade e sua vida. Aquele telefone tocando em vão era um dos milhões de atos falhados da vida urbana. Pensou no desgaste nervoso dessa vida, nos desencontros, nas incertezas, no jogo de ambições e vaidades, na procura de amor e de importância, na caça ao dinheiro e aos prazeres. Ainda bem que de todas as grandes cidades do mundo o rio é a única a permitir a evasão fácil para o mar e a floresta. Ele estava ali num desses limites entre a cidade dos homens e a natureza pura; ainda pensava em seus problemas urbanos – mas um camaleão correu de súbito, um passarinho piou triste em algum ramo, e o homem ficou atento àquela humilde vida animal e também à vida silenciosa e úmida das árvores, e à pedra escura, com sua pele de musgo e seu misterioso coração mineral.
ARRIGUCCI, Jr. Os melhores contos de Rubem Braga. São Paulo: Editora Global LTDA, 1985

01. No texto, o elemento que gera a história narrada é:
a) a preocupação do homem com os problemas alheios.
b) a proximidade entre a casa do homem e o morro com mato viçoso.
c) o desejo do homem de buscar alento próximo da natureza.
d) o toque insistente do telefone em uma casa fechada e silenciosa.
e) os ruídos vespertinos da cidade, com seus murmúrios constantes.

TEXTO II
O Quiromante
                Há muitos anos atrás, havia um rapaz cigano que, nas horas vagas, ficava lendo as linhas das mãos das pessoas.
                O pai dele, que era muito austero no que dizia respeito à tradição cigana de somente as mulheres lerem as mãos, dizia sempre para ele não fazer isso, que não era ofício de homem, que fosse fazer tachos, tocar música, comercializar cavalos.
                E o jovem teimava em ser quiromante. Até que um dia ele foi ler a sorte de uma pessoa e, quando ela se virou de frente, ele viu, assustado, que ela não tinha mãos.
                A partir daí, abandonou a quiromancia.
PEREIRA, Cristina da Costa. Lendas e histórias ciganas. Rio de Janeiro: Imago, 1991

02. O trecho “A partir daí, abandonou a quiromancia” apresenta, com relação ao que foi dito no parágrafo anterior, o sentido de:
a) comparação.
b) condição.
c) oposição.
d) finalidade.
e) consequência.

03. (CPCAR) A medicina agora está estudando a importância do bom humor e dos sentimentos positivos na prevenção e no tratamento de moléstias.
Nas palavras destacadas, constata-se, respectivamente, a seguinte sequência de letras e fonemas:
a) 9 – 9 / 5 – 3 / 11 – 10 / 9 – 9
b) 9 – 7 / 5 – 5 / 10 – 9 / 8 – 8
c) 9 – 9 / 4 – 4 / 10 – 10 / 8 – 7
d) 9 – 8 / 5 – 4 / 11 – 9 / 9 – 8

04. (Unifesp) Na língua portuguesa escrita, quando duas letras são empregadas para representar um único fonema (ou som, na fala), tem-se um dígrafo. O dígrafo só está presente em todos os vocábulos de:
a) pai, minha, tua, esse, tragar.
b) afasta, vinho, dessa, dor, seria.
c) queres, vinho, sangue, dessa, filho.
d) esse, amarga, silêncio, escuta, filho.
e) queres, feita, tinto, melhor, fruta.

05. (UFSM-RS) Assinale a alternativa em que apenas uma das palavras apresenta dígrafo.
a) Alexandra – lhe
b) Esquecia – mesinha
c) Guardava – enterro
d) Assistir – que
e) Senhora – então

06. (Ufal) As palavras bloco, vidro e refrão têm em comum a presença de um:
a) ditongo crescente
b) ditongo decrescente
c) encontro consonantal
d) dígrafo
e) hiato

07. (PUC-PR) Observe as palavras que seguem:
1. Choque             4. Desce
2. Hotel                 5. Passa
3. Varre                 6. Molha
Das palavras acima, são pronunciadas com 4 fonemas :
a) todas elas.
b) todas, menos a primeira.
c) todas, menos a segunda.
d) a segunda, a quarta e a quinta.
e) somente a quarta e a quinta.

08. (PUC-RJ) Um mesmo fonema pode ser grafado de diferentes maneiras. Qual a lista de palavras que exemplifica essa afirmação?
a) paciente, centro, existência.
b) existência, meses, batizaram.
c) projeto, prejudicando, propõe.
d) quem, quando, psiquiatra.
e) coisa, incomoda, continuidade.

09. (BNB) Assinale a opção que apresenta ERRO quanto à divisão silábica:
a) ins-ti-tu-i-ção, co-me-ça-ram, pres-tí-gio.
b) res-sur-gi-men-to, pres-ti-gi-o, ad-mi-rar.
c) su-pers-ti-ção, ex-pe-ri-en-te, pers-pec-ti-va.
d) ex-e-cu-ti-vo, a-brup-to, re-i-vin-di-car.
e) ca-a-tin-ga, rit-mo, réus.

10. (CPCAR) Observe a divisão silábica dos vocábulos abaixo.
I. ar-te-ri-al, ex-ces-so, su-bs-tân-cia
II. guer-ras, di-lú-vio, pi-a-da
III. res-pal-do, ob-je-to, pres-são
Está(ão) correta(s) apenas:
a) I e II.
b) I e III.
c) I, II, III.
d) II e III.

11. (UFCE) Assinale as alternativas em que a separação silábica está correta:
a) go-ia-na
b) cor-ru-pção
c) sor-ri-so
d) ma-is
e) con-ti-nu-a
f) ir-mãos
g) De-us

12. (Unip-SP) Assinale o grupo de palavras em que não há erro na separação de sílabas:
a) in-a-pto, tran-se-pto, des-or-dem.
b) né-ctar, fi-a-do, crian-ça.
c) des-u-nhar, ad-je-ti-va, ve-e-mên-cia.
d) gi-ras-sóis, mag-nó-lia, a-dá-lia.
e) ins-cien-te, ân-si-a, né-sci-o.

13. (Acafe-SP) Assinale a alternativa em que há erro na partição das sílabas:
a) en-trar, es-con-der, bis-a-vô
b) i-da-de, co-o-pe-rar, es-tô-ma-go
c) des-cen-der, car-ra-da, pos-so, a-tra-vés
d) des-to-ar, tran-sa-ma-sô-ni-co, ra-pé, on-tem

14. A série em que todas as palavras apresentam dígrafo é:
a) assinar / bocadinho / arredores. 
b) residência / pingue-pongue / dicionário. 
c) digno / decifrar / dissesse. 
d) dizer / holandês / groenlandeses. 
e) futebolísticos / diligentes / comparecimento.

15. Verificamos a presença de um hiato em:
a) entendia. 
b) trabalho. 
c) conjeturou. 
d) mais. 
e) saguão.

16. Todas as palavras abaixo possuem um encontro vocálico e um encontro consonantal, exceto:
a) destruir. 
b) magnésio. 
c) adstringente. 
d) pneu. 
e) autóctone.

17. A alternativa que apresenta uma incorreção é:
a) "chapéu" possui um dígrafo e um ditongo decrescente. 
b) "guerreiro" possui dois dígrafos e um ditongo decrescente. 
c) "mangueira" possui dois dígrafos e um ditongo decrescente. 
d) "enxaguei" possui dois dígrafos e um tritongo. 
e) "exato" não possui dígrafos e nem encontro vocálico.

18. A alternativa em que as letras sublinhadas nas palavras constituem, respectivamente, dígrafo e encontro consonantal é:
a) exceção / étnico 
b) banho / desça 
c) seguir / nascimento 
d) aquático / psicologia 
e) occipital / represa

19. Observe os encontros vocálicos e os dígrafos e assinale a única afirmativa incorreta:
a) na palavra cãibra ocorre um ditongo nasal decrescente. 
b) na palavra frequente ocorre um ditongo oral crescente. 
c) na palavra radiouvinte ocorre um tritongo oral. 
d) na palavra pneumonia ocorrem um ditongo decrescente e um hiato. 
e) na palavra zoologia ocorrem dois hiatos.

20. Observe os encontros vocálicos e os dígrafos e assinale a única afirmativa incorreta:
a) a palavra discente tem dígrafo consonantal e um dígrafo vocálico. 
b) a palavra entranhas tem um dígrafo vocálico e um dígrafo consonantal. 
c) a palavra também tem dois dígrafos vocálicos. 
d) a palavra tranqüilo tem um dígrafo vocálico e não apresenta dígrafo consonantal. 
e) a palavra borracha tem dois dígrafos consonantais.

21. O vocábulo cujo número de letras é igual ao número de fonemas está em:
a) sucedida. 
b) habitando. 
c) grandes. 
d) espinhos. 
e) ressoou.

22. A palavra que apresenta ditongo crescente é:
a) acordou. 
b) teriam. 
c) noites. 
d) jamais. 
e) quando.

23. Só não existe hiato em:
a) atoleiros. 
b) miaram. 
c) ruído. 
d) defendiam. 
e) haviam.







"Não há nenhum segredo para o sucesso. É o resultado de preparação, trabalho duro e aprender com o fracasso."
Gen. Colin L. Powell